Ter as finanças pessoais em dia inclui também estar em dia com a Receita Federal, por meio da declaração de Imposto de Renda.  A Receita liberou no dia 26 de fevereiro o download do programa do Imposto de Renda 2016, mas só a partir de 1º de março é que houve a liberação para que as declarações começassem a ser enviadas.

A declaração do Imposto de Renda 2016 tem como base o ano anterior e é obrigado a declarar quem, entre outras coisas, recebeu, durante 2015, mais de R$ 28.123,91. O prazo final para a entrega da declaração de IR 2016 é dia 29 de abril. A seguir você verá dicas cedidas por Gilvan da Cred Nordeste, para você não errar no preenchimento da declaração.

Imposto de Renda 2016: há novidades na declaração

Dicas para preenchimento da declaração do Imposto de Renda 2016

Organização durante o ano facilita a vida quando for chegada a hora de prestar contas à Receita Federal. Guardar comprovantes de despesas é de extrema importância, já que a qualquer momento a Receita poderá exigir comprovação de dados lançados. Veja abaixo outras dicas:

  • Resgatar a declaração anterior permite que os dados preenchidos no ano passado sejam importados, não sendo necessário preencher tudo novamente, a não ser, é claro, as despesas e eventuais mudanças em fonte pagadoras ou receitas extras.
  • É essencial levantar informações de compra ou de venda de imóveis. Na venda, por exemplo, é preciso que seja informado o valor pelo qual ele foi obtido e o ganho conseguido com a venda.
  • Fontes pagadores são obrigadas a fornecer informes de rendimentos até o final de fevereiro aos contribuintes. Os informes bancários podem ser conseguidos via internet banking.
  • Principais documentos a se ter em mãos para fazer a declaração: comprovante(s) de rendimentos, comprovantes de despesas com saúde (médicas e odontológicas), comprovantes de despesas com plano de saúde, pensão alimentícia, educação, comprovantes de contas bancárias, investimentos, poupança, compra de imóveis e de veículos.

Há novidades na declaração de Imposto de Renda 2016

  1. CPF dos dependentes: a partir de agora é obrigatória a informação do CPF de dependentes com 14 anos ou acima dessa idade (antes era somente a partir dos 16 anos).
  2. CPF de clientes: profissionais que atuam em áreas de advocacia, saúde e odontologia precisam informar CPF e valores recebidos dos pacientes para os quais prestaram serviços – individualmente (antes era informado o valor geral).
  3. A importação de dados vai ter uma maior quantidade de informações puxadas da declaração anterior.
  4. Três botões transformados em um: “verificar pendências, fazer a gravação e transmitir a declaração” tinham botões separados, e agora, estão unificados, é um para fazer tudo.
  5. Os dados do cônjuge foram simplificados. Antes era preciso informar rendimentos e tudo mais, agora basta o CPF do parceiro.

É importante lembrar que em 2014 a Receita disponibilizou um aplicativo, que pode ser de grande ajuda na hora de organizar os registros. Ele pode ser usado como um rascunho e facilita, pois pode ser utilizado a qualquer momento e de qualquer lugar.

Depois, basta passar tudo para o programa oficial – o aplicativo não substitui o programa, é apenas um recurso que veio a somar e ajudar o contribuinte a organizar e fazer a sua declaração de Imposto de Renda.

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