Nosso assunto agora é sobre o orçamento doméstico. Como você controla suas contas todo o mês? Recebe o salário e sai pagando tudo e o que sobrar passa (ou tenta) passar o restante do mês? Ou você tem um controle eficiente sobre todas as entradas e saídas de dinheiro e sabe exatamente o que deve e se o que vai entrar vai dar para deixar as contas em dia?

Respostas dadas, é hora de você ver se está fazendo a coisa certa ou se está precisando se organizar financeiramente. Descontrole financeiro normalmente direciona a endividamento, mas um bom controle, planejamento e acompanhamento conseguem evitar que chegue a esse ponto, por isso é extremamente importante que você tenha um orçamento doméstico.

Você tem um orçamento doméstico?

Um orçamento doméstico deve conter todos os rendimentos da família e todas as despesas.

Quem ainda não tem o seu orçamento doméstico, é hora de começar. Para que você tenha um bom orçamento, é necessário que fiquei atento/atenta a todos os detalhes e que tenha o cuidado de revisá-lo de tempos em tempos.

Regra geral, um orçamento deve conter todos os rendimentos da família e todas as despesas – isso inclui despesas fixas, pontuais e as necessárias para o dia a dia. Quem dá as dicas a seguir sobre como deve ser um orçamento doméstico é o especialista em finanças pessoais, Gilvan da Cred Nordeste.

Acompanhe aqui como funciona um orçamento doméstico

  1. Gastos anotados – mesmo que seja um cafezinho e que tenha custado R$ 5 – você precisa saber onde foram gastos esses cinco reais. Tudo anotado, sempre. Tenha uma planilha para o orçamento doméstico. Assim ficará fácil visualizar onde seu dinheiro foi gasto, assim como ficará bem mais fácil visualizar o que se pode fazer para ‘eliminar excessos’ – cortar ou diminuir gastos. Até porque, enquanto não temos essa visualização, não conseguimos nos dar conta do quanto gastamos em pequenas coisas, por isso que um pouquinho aqui, um pouquinho ali, no final dá uma grande diferença no orçamento, mas como é de pouquinho em pouquinho, a gente sempre acha que não fará tanta diferença assim.

 

  1. Gastos fixos – sempre que falamos em gastos fixos, nos referimos às contas como energia elétrica, água, telefone e internet, por exemplo. Por “fixo” se deve entender que são gastos que se tem todo o mês, e não o valor – e aqui, um grande dica: não é porque são fixos que não possamos modificá-los. Que tal começar a adotar novos hábitos e diminuir a conta de energia elétrica, por exemplo? Se conscientizar sobre a água como um recurso não renovável e também, a partir de novos hábitos, ver a conta mensal com um valor menor? Acredite, visualizar a diminuição dos valores das despesas, motiva ainda mais a manter esse controle e até mesmo a começar um planejamento para projetos futuros.

 

  1. Muita atenção com alguns detalhes: as compras de supermercado, por exemplo. Se você é de ir atrás de ofertas, preste muita atenção quando colocar isso “na ponta do lápis”, para ver se vale mais a pena comprar tudo de uma vez só ou continuar indo atrás de ofertas. Considere que, comprar aos poucos, nem sempre é mais barato, uma vez que você se desloca até outros locais várias vezes (ou mesmo que seja apenas uma, além da sua habitual compra mensal) e isso gera um custo de combustível, que, no final das contas, pode não ter nem valida a pena.

 

Agora que sabe um pouco mais sobre orçamento doméstico e o quanto ele pode ser útil na organização de sua vida financeira, é hora de começar. Vários sites disponibilizam modelos de planilhas e há também alguns aplicativos, para quem preferir, basta encontrar o que mais se adeque ao seu caso.

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